Plataformização do trabalho e interseccionalidade

desafios e desigualdades na contemporaneidade

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14244/2238-3069.2026/53

Palavras-chave:

interseccionalidade, Plataformas digitais, Divisão sexual do trabalho

Resumo

A plataformização do trabalho, marcada pelo surgimento de empresas-plataforma, introduziu novas dinâmicas no mercado laboral, gerando questões sociológicas sobre desigualdades, trajetórias profissionais e estratégias de legitimação dessas empresas. Nesse sentido, a partir de uma abordagem interdisciplinar, este Dossiê buscará apresentar o impacto das plataformas digitais no trabalho, explorando sua operação em setores como transporte, cuidado doméstico e trabalho sexual, entre outros, considerando marcadores sociais como gênero, raça, sexualidade e geração. A abordagem  interdisciplinar fundamenta que as plataformas digitais reproduzem e intensificam desigualdades sociais, ao mesmo tempo em que transformam práticas laborais, destacando a importância da interseccionalidade para compreender como identidades sociais influenciam as experiências no trabalho plataformizado.

Biografia do Autor

Gustavo Carneiro, UFSCar

Doutorando no Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (PPGSUFSCar).

João Pedro Ferreira Perin, UFSCar

Doutorando em regime de cotutela pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e pelo Conservatoire national des arts et métiers – Laboratoire Interdisciplinaire pour la Sociologie Économique (CNAM-LISE).

Douglas Alexandre Santos Silva, PPGS/USP

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de São Paulo (PPGS/USP).

Janete Marlene Silva Rosales, UFSCar

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos.

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Publicado

2026-07-31