"De que lugar se projetam os paraquedas?"

Entre as trilhas da Psicossociologia e dos coletivos para reinventar lugares de sonhos

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14244/2238-3069.2025/24

Palavras-chave:

Psicossociologia, Movimentos sociais, Coletivos, interseccionalidade, Cartografia

Resumo

O presente artigo integra o dossiê que problematiza os colapsos contemporâneos e as possibilidades de resistência e reconstruções parciais na busca por futuros alternativos, inspirado na metáfora dos “paraquedas coloridos” de Ailton Krenak. A partir de uma perspectiva interdisciplinar, toma os debates da Psicologia Social Crítica e da Psicossociologia, em uma abordagem interseccional, como pontos de partida para analisar os movimentos sociais e o direito à cidade como campos de luta e de resistência. Reconhece as heranças coloniais e nortecentradas que marcam as práticas psi, reificadas pela lógica neoliberal e aponta caminhos ético-políticos outros, contracoloniais, de fortalecimento das instâncias e dos dispositivos coletivos, de forma situada, criativa, plural e comprometida com a justiça social e a garantia de direitos.

Biografia do Autor

Mariana de Castro Moreira, Universidade Federal Fluminense

Docente efetiva no Departamento de Psicologia - Universidade Federal Fluminense - UFF/Rio das Ostras. Docente colaboradora no Programa de Pós-graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social - PPG EICOS/Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Giovani Florencio, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Bacharel em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense.

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Publicado

2025-12-19